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27/02/2004 17:13
Olás!
Consegui chegar, e quero expressar minha indignação e decepção com o que tem acontecido no MTE, que infelizmente não se restringe à vergonhosa situação à qual Fernanda tem sido submetida. Minha admiração e solidariedade por essa " mulher de coragem" e por todos os que se mobilizam pela transformação deste estado de coisas, da lógica vigente neste país que privilegia o lucro e os interesses pessoais em detrimento do bem coletivo e da vida dos trabalhadores



enviada por nancy



26/02/2004 20:57
Parceiros(as), as duas telas abaixo contemplam assuntos relacionados com a ameaça de vida contra a colega Fernanda Giannasi.
Foi preciso separar os endereços de sites (1ª tela) do teor da mensagem (2ª tela). Portanto, vocês nos desculpem pelos espaços em branco onde deveriam estar os links.

enviada por Gionei SDT/Santos/SP



26/02/2004 20:49
Seguem os links da mensagem abaixo:
http://www.quimicosunificados.com.br/Forum_Nac_Saude/documentos/Carta_Fernanda.rtf
http://www.quimicosunificados.com.br/Forum_Nac_Saude/documentos/Texto_Voleta.rtf
http://www.quimicosunificados.com.br/Forum_Nac_Saude/documentos/Revista_Epoca.rtf
http://www.quimicosunificados.com.br/Forum_Nac_Saude/documentos/Artigo-Fernanda_Contra-Poderes.rtf
enviada por Gionei SDT/Santos/SP



26/02/2004 20:42

Dear friends/caros amigos
. The companions from the Unified Chemical Workers/CUT displayed this page(below) with the title "Barbarian Capitalism" in their website to support our momentaneous(?!?! ) difficulties to whom I thank you deeply for the trust on my work, solidariety and friendship.
Os companheiros do Sindicato Unificado dos Químicos/CUT disponibilizaram em seu website apoio sob-título "Barbárie Capitalista" à dificuldades momentâneas(??????) que estamos vivendo a quem agradeço profundamente pela confiança no meu trabalho, solidariedade e amizade.

. These difficulties are due our struggle against asbestos and the dirty interests involved in this business...we are facing criminal judge(recently arrested), the asbestos mafia and their supporters, the yellow Union from Capivari controlled by the French multinational Saint-Gobain Co. and subsidiaries and also the ex- Labour Minister Almir Pazzianotto Pinto, that felt offended by my criticism on the irregular creation of such Union that is affiliated to CNTI.
Estas dificuldades são devidas à nossa luta anti-amianto e os interesses imundos envolvidos neste negócio.......Estamos tendo de enfrentar juiz corrupto(recentemente preso) ligado ao crime organizado, a máfia do amianto, o sindicato pelego de Capivari controlado pela multinacional francesa Saint-Gobain e suas subsidiárias e também o ex- Ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto Pinto, que se sentiu ofendido pelas minhas críticas sobre a irregular criação de tal sindicato filiado à CNTI.

. Last Friday I was communicated by my immediate boss that I would be removed from the Labour Inspection assuming from that date only bureacratic services, which I am refusing because this order is outrageous and is not the correct protection of life I am waiting from my government. This order was not officially canceled yet!
Sexta-feira última eu recebi um comunicado de minha chefia imediata de que eu seria retirada da Inspeção do Trabalho, assumindo apenas serviços internos e burocráticos desde lá, ordem esta absurda e que não é a proteção que estou esperando deste governo. Esta ordem ainda não foi revogada!

Fernanda Giannasi



Fevereiro/2004

BARBÁRIE CAPITALISTA

Fernanda Giannasi, Auditora Fiscal do Ministério do Trabalho e incansável lutadora pela saúde dos trabalhadores, está ameaçada de morte.



Dra. Fernanda Giannasi




A Dra. Fernanda Giannasi, auditora-fiscal do Ministério do Trabalho e reconhecida no mundo todo como a "engenheira da saúde dos trabalhadores brasileiros", está ameaçada de morte por enfrentar grandes interesses econômicos e políticos em sua constante e incansável luta em defesa da saúde da classe trabalhadora. Sua determinação pelo banimento do cancerígeno amianto, que adoeceu, mutilo e matou muitos trabalhadores ganhou repercussão e reconhecimento mundial, inclusive premiações.

Dra. Fernanda por várias vezes esteve no Sindicato Químicos Unificados, entrando com a coragem de sempre em nossa luta contra a criminosa contaminação ambiental e humana provocada pela Shell.
Por sua ação sempre firme e contundente contra os empresários que acumulam lucros a partir do sangue e da vida dos trabalhadores, Fernanda sofreu vários processos judiciais e boicotes no próprio Ministério do Trabalho, onde é funcionária concursada há 20 anos ocupando função na Divisão Regional do Trabalho em São Paulo. Como processos e boicotes não foram suficientes para dobrar Fernanda, agora ela está sendo ameaçada de morte.

Veja:

A carta, na íntegra, que a Dra. Fernanda Giannasi encaminhou para o Ministro do Trabalho e Emprego Ricardo Berzoini, denunciando as ameaças de morte que vem sofrendo e pedindo garantia de vida.


A história de lutas da Dra. Fernanda Giannasi, publicada no Jornal da Rede Feminista de Saúde (http://www.redesaude.org.br/index.html) , de autoria da jornalista Voleta Rocha.


"A maldição do amianto" uma reportagem da revista Época.


Saiba tudo sobre o cancerígeno amianto e sobre a luta para o seu banimento travada pela Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto - ABREA, no endereço http://www.abrea.com.br


Texto de autoria da Dra. Fernanda Giannasi - "Os novos movimentos sociais brasileiros: Globalização que vem de baixo ou contra-poderes."
Não fique omisso da luta em defesa da companheira Fernanda Gianassi. A batalha dela é a batalha de toda classe trabalhadora. É a luta contra a barbárie capitalista que, para acumular lucros, mata trabalhadores. Encaminhe mensagens de solidariedade à Fernanda, de protestos e de pedidos de ação concreto do governo federal para nosso endereço quimicosunificados@terra.com.br, que as faremos chegar à Fernanda e às autoridades responsáveis.


enviada por Gionei SDT/Santos/SP



26/02/2004 10:57
CONVENCAO DE ESTOCOLMO ENTRA EM VIGOR, UMA VITORIA SEM
PRECEDENTES





Entrada em vigor da Convenção de Estocolmo é uma vitória sem
precedentes

Documento obriga governos a proteger o meio ambiente e a saúde das
pessoas contra as substâncias químicas tóxicas; Brasil pode ratificar o
tratado internacional nesta quinta

São Paulo, 18 de fevereiro de 2004 - A Convenção de Estocolmo
foi ratificada hoje pelo 50º país, iniciando o processo para que o
documento entre em vigor. A partir de agora, será obrigatório que
os governos protejam o meio ambiente e a saúde da população
contra as substâncias químicas tóxicas (1).

"Essa não é apenas uma grande vitória para o meio ambiente, mas também
demonstra claramente que com vontade política, a
comunidade internacional pode assegurar um futuro melhor para as
próximas gerações, colocando o meio ambiente e a saúde das
pessoas em primeiro lugar, em vez dos interesses de curto prazo
das indústrias poluidoras", afirmou o coordenador da Campanha de
Substâncias Tóxicas do Greenpeace Brasil, John Butcher.

A Convenção de Estocolmo foi adotada na capital da Suécia em
23 de maio de 2001, depois de vários anos de negociações,
constantemente minadas pelos EUA e seus interesses
corporativos. O tratado é um acordo legal, obrigatório e global, que
visa a banir a produção, o uso e a disposição de substâncias
tóxicas no mundo (2).

"A 50ª ratificação da Convenção de Estocolmo pela França (3) é
um exemplo de como até mesmo países industrializados estão
demandando que as indústrias adotem ações preventivas, antes
que ocorram danos ao meio ambiente e a saúde humana", disse a
coordenadora da Campanha de Substâncias Tóxicas do
Greenpeace Internacional, Zeina Al-Hajj.

Uma demanda chave da convenção é a eliminação de todos os
Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs). As prioridades estão
em uma lista com 12 dessas substâncias, os chamados "Doze
Sujos". A lista inclui substâncias químicas produzidas no mundo
todo, como os pesticidas e os PCBs (bifenilas policloradas), assim como
subprodutos involuntários, entre eles os furanos e as dioxinas, que
causam câncer. As dioxinas, por exemplo, são emitidas por processos
produtivos em que se utiliza cloro (como a indústria do PVC) e durante a
incineração de resíduos industriais.

A Convenção de Estocolmo também visa a proibir que novos POPs sejam
criados, introduzidos no mercado ou reciclados. Essas demandas devem
levar à proibição de que a indústria química lance substâncias tóxicas
no mercado, levando-a a adotar o chamado Princípio da Substituição (4).


"Agora, o principal desafio em relação à convenção é a sua
implementação. Em vez de buscar subterfúgios temporários, tais
como a incineração de resíduos, é muito mais eficiente atingir-se
diretamente a fonte do problema. Um desses caminhos é a
substituição das substâncias tóxicas por alternativas sustentáveis",
disse Kevin Stairs, do Greenpeace Internacional, ao pedir aos países
participantes da Convenção de Estocolmo para que iniciem a
implementação do acordo. A cada dia, mais substâncias químicas tóxicas
são introduzidas no meio ambiente e no nosso corpo, e para o Greenpeace
é necessário agir urgentemente para mudar essa situação.

No Brasil, a convenção ainda não foi ratificada. O texto do
documento já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e agora
depende de aprovação pelo Senado. Caso seja aprovada pelos
senadores, seguirá para a aprovação do presidente Lula. Segundo
informações da assessoria de parlamentares obtidas pelo Greenpeace, o
Senado deve votá-lo amanhã, 19/02, à tarde. O texto está em pauta para
votação desde a semana passada.

"Teria sido mais adequado se nosso país já houvesse ratificado
essa convenção. De qualquer maneira, solicitamos que o Senado
o faça o quanto antes, não postergando essa votação mais um dia
sequer. Solicitamos ao senhor presidente da república que
também aprove-o em regime de urgência, poís o tema é de fato
urgente", disse John Butcher.

Notas:
1. A Convenção de Estocolmo entra em vigor 90 dias após ser
ratificada pelo 50º país.
2. A Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos
Persistentes é um acordo legal obrigatório que visa a eliminar
todos os POPs, baseando-se no Princípio da Precaução
(www.pops.int, em inglês).
3. Lista das assinaturas ao tratado em
www.pops.int/documents/signature/signstatus.htm
4. Quando existe a ameaça de um dano sério e irreversível ao meio
ambiente ou à saúde por uma atividade, uma prática ou um
produto, é necessário que uma alternativa seja adotada e utilizada.

www.greenpeace.org.br




enviada por luiza



25/02/2004 14:15
MENSAGEM PARA O SEGURANÇA QUÍMICA
Espero, como cidadão brasileiro, que os Poderes Constituídos decidam pensando no que é melhor para o Brasil em relação à GUERRA DE LIMINARES que se trava em relação à aplicação da Medida Provisória nº 168/2004.
Segue manifestação de opinião sobre o tema BINGOS-CASSINOS-ELETRÔNICOS:
Caros Amigos que trabalham por uma Humanidade Honesta e Fraterna
O Presidente da República deu um importante passo no que ele próprio
chamou de "o início de um processo de moralização do nosso país"
fechando todos os cassinos-eletrônicos.
Com certeza as forças degeneradoras, os que se enriquecem com ilícitos,
reagirão e usarão inocentes como escudo.
E é imperativo que quem se preocupa com o bem estar da
população também opere no momento certo. Só existe uma sociedade justa e
robusta construída com trabalho limpo. Jogatina e todo dinheiro que
vem·fácil degeneram a sociedade. E as máfias de jogatina distribuem dinheiro
fácil porque amealham dinheiro fácil. O dinheiro oriundo da produção, da
industria, do comércio, dos serviços é difícil de ser ganho. Difícil de sair
propina deste dinheiro difícil de ganhar. Mas do dinheiro fácil da jogatina
e
lavagem de dinheiro, tudo se degenera em corrupção. Não é possível
uma humanidade saudável com esse tipo de tempero.
E o momento de combater as máfias das jogatinas é agora.
Não se tem muitos aliados para a preservação de uma sociedade boa.
Não duvido que alguns políticos se embevecerão com falsos alardes
de geração de empregos pelos bingos-cassinos-eletrônicos e titubearão.
Ou legislarão em causa-própria.
A farra de pseudo-sindicalistas, Farsa Sindical oportunista de plantão,
fará
passeatas e dirá que o mundo vai acabar se não reabrirem os bingos. O
próximo irônico passo será defender reconhecimento de direitos trabalhistas
para os iludidos do tráfico, já que este gera, não milhares, mas sim milhões
de empregos hoje não reconhecidos no país.
Cabe aos que verdadeiramente acreditam no trabalho produtivo gerador
de riquezas uma tarefa impar neste momento de batalhas.
Faço então um apelo a todos que acreditam num Brasil limpo de
corrupção para que atentem para o momento das batalhas
contra as casas de jogatina que ora se travam:
=> é preciso que todos saiamos em campo e formemos bem a opinião pública.
Repasso então, para uso do que couber, minha humilde contribuição, a
seguinte carta aberta que mandei para as seções de cartas dos principais
jornais do Rio, Cidade onde moro:
===============
Carta Aberta ao Titular do Poder Executivo
com cópia para o Poder Judiciário e para o Poder Legislativo
e para pessoas formadoras de opinião (peço desculpas se por falha em
minha lista você receber mais de uma vez)

Presidente Lula, por fechar as lavanderias que lavam o dinheiro sujo, mas
que sujam e apodrecem o tecido social, mizerabilizam e prostituem a
população:
Obrigado, em nome de todos os brasileiros que recebem um salário suado
no final do mês, seja pelos que literalmente molham a camisa em trabalhos
braçais, seja pelos que perdem os cabelos em trabalhos intelectuais e
estressantes, e não ganham um centavo de dinheiro sujo de sangue alheio;
Obrigado, em nome de todas as mães que choravam vendo seus filhos
brigarem por quererem vender até o teto onde moram para alimentar a
compulsão das máquinas embriagantes da jogatina;
Obrigado, em nome dos filhos que, mesmo tendo um pai ou uma mãe idosa
com uma gorda pensão, tinham que pagar até o condomínio do pai ou da mãe
porque estes jogavam toda a aposentadoria nas aconchegantes e viciantes
casas de jogatina;
Obrigado, por acreditar que não é possível um país decente com jogatina
gerando emprego e vício financiando o esporte da juventude, pois se fosse
por isso os traficantes empregam muito mais e pagam até melhores salários
para os iludidos que fazem o trabalho de risco no próspero negócio do mundo
das drogas;
Obrigado, em nome dos trabalhadores humildes que, tendo recebido todo o
salário, não resistiam à ilusão de tentar a sorte e torravam, em minutos, o
suor de meses de trabalho, a comida que faltava muitas vezes em casa, e
Presidente Lula, que ninguém ouse dizer que o próprio Estado também tem as
loterias, pois é completamente diferente de fazer um jogo e esperar correr o
jogo dias depois que ficar em um ambiente embriagante, sofisticado, bem
tratado, que induz a aposta atrás de aposta em máquinas eletrônicas
iterativas, que dão a impressão que a próxima jogada será a da virada,
muitas vezes até "comendo e bebendo de graça", tudo enquanto o dinheiro vai
saindo do bolso, como que sugado por um possante aspirador.
Sei disso que relato acima, Presidente Lula, pois como Presidente de uma
Associação de
Moradores onde tem um bingo, com freqüência vizinhos já se queixaram de
problemas como esses que relatei. E diga-se de passagem que o bingo daqui,
da Rua Lauro Muller nº 1, funciona em terreno da União, destinado pelo
Decreto-Lei 233/67 para uso da Universidade Federal do Rio de Janeiro, para
atividades de ensino e educação, mas pela "força dos argumentos
convincentes" do bingo está sob posse, via liminares, do bingo, em
detrimento da viúva universidade pública.
Presidente Lula, por tudo isso afirmo que foi acertada e corajosa a
medida do Governo Federal de FECHAR todos os bingos-cassinos-eletrônicos,
que funcionam sob o inocente nome de "bingo", que é o nome daquela
brincadeira ingênua das quermesses das igrejas e festas familiares e
comunitárias. Mas os BINGOS-CASSINOS-ELETRÔNICOS nada tem de inocentes:
funcionam com máquinas viciadas e escondem máfias internacionais e lavagem
de dinheiro sujo de sangue e do apodrecimento do tecido social, pois além do
próprio dono do bingo gerar movimento fantasma que possibilita concentrar
"riquezas", também possibilita distribuir "riquezas" para qualquer corrupto,
que, em minutos, entra no "bingo" com dinheiro sujo e sai de lá milionário,
com dinheiro "limpo" de prêmios que a "sorte" proporciona.
Me preocupa que o seu Ministro da Justiça possa ver alguma chance de o
Estado assumir e terceirizar essas lavanderias. O Senhor, como um Presidente
que representa a ESPERANÇA de uma Nação inteira, e certamente de uma Nação
que acredita no Trabalho Produtivo, o trabalho que gera bens para a
sociedade, o Senhor não pode ter as mesmas idéias cobiçosas e conciliadoras
do seu Ministro da Justiça, pois não é concebível a conciliação com o que
não presta, com o que degrada o caráter e apodrece a sociedade.
Todos sabemos que existem Deputados, Senadores, e até Juizes, sócios
dessas casas de jogatina. Todos sabemos que o Senhor precisa, no Congresso,
também dos votos destes maus políticos para poder aprovar as leis que o
Senhor considera relevantes e urgentes para o nosso País. Mas todos sabemos
que concessões TEM LIMITES. O Presidente do Brasil NÃO PODE FAZER CONCESSÃO
à lavagem de dinheiro e a CORRUPTOS, seja de que partido forem!
Todos sabemos que a Medida Provisória também pode ser julgada
inconstitucional pelo STF.
Por isso, agora resta pedir a Deus que o STF - Supremo Tribunal
Federal - não mande abrir tudo de novo por liminar, conforme vinha fazendo,
como no caso do Estado do Rio de Janeiro onde, tanto o Tribunal de Justiça
do Estado do Rio, quanto o TRF 2ª Região tinha fechado todas estas casas de
malefícios e veio o STF e mandou abrir tudo de novo, a pedido da própria
Governadora do Estado. E que tristeza de estado esse que depende da jogatina
para fazer obras sociais e gerar empregos tendo um povo, na sua maioria, tão
trabalhador e tão sofrido.
E também temos que pedir a Deus para que a maioria dos parlamentares não
se sujem em troca de verbas para as suas futuras campanhas, mas sim que
votem a favor de um país limpo, que votem contra os
BINGOS-CASSINOS-ELETRÔNICOS, casas de ilusão do dinheiro fácil.
Agora vamos, cada brasileiro que vive a custa de trabalho limpo e
produtivo, ver quem bebe do leite apodrecido que emana das tetas da lavagem
de dinheiro: será a vez do próprio povo julgar cada Ministro do STF e julgar
cada Deputado e cada Senador: estamos de olho para ver o que vão fazer, se
vão praticar a operação "mãos limpas" ou operação "bolsos cheios".
Fraternalmente
Abílio Tozini - fone 0 xx (21) 9121-1498 - abilio@centroin.com.br
Coordenador da Fórum de Associações da Zonal da FAM-Rio Sul do Rio
Presidente da ALMA - Associação de Moradores da Lauro Muller e Adjacências
Vice-Diretor de Pessoal da AEPET - Associação dos Engenheiros da Petrobrás
Coordenador da Secretaria de Saúde, Tecnologia e Meio Ambiente do
Sindipetro-RJ
=========
Seguem dois textos extraídos do JB ONLINE:
Máfia investiu US$ 20 milhões
PF iniciou investigação há três anos, mas não prendeu os estrangeiros, que
criaram uma rede empresas para lavar dinheiro

MARCO ANTÔNIO MARTINS

O escândalo envolvendo o ex-subchefe de Assuntos Parlamentares da
Presidência da República, Waldomiro Diniz, surpreendeu a cúpula do governo
Luiz Inácio Lula da Silva, mas não a Polícia Federal. Há três anos, a PF tem
conhecimento do envolvimento de autoridades públicas com bicheiros do Rio e
São Paulo, e ainda mafiosos, que fazem funcionar a máquina do jogo
clandestino no país. Relatórios elaborados, aos quais o Jornal do Brasil
teve acesso, com base em investigações da Direzione Anti-Máfia (DIA), da
Itália, e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)
identificam um emaranhado de empresas, no Brasil e em paraísos fiscais. Tudo
para possibilitar a lavagem do dinheiro, obtido com o tráfico de cocaína e
heroína, em diversas casas de jogos espalhadas pelo país.
A estratégia montada pelo italiano Fausto Pelegrinetti indicou como seus
representantes os também italianos Lillo Rosário Lauricella e Giuseppe
Aronica, além dos irmãos franceses Julien e François Filippeddu. Ambos
envolvidos com terroristas na Córsega. O grupo deveria instalar no Brasil as
máquinas de bingos para ''lavar'' o dinheiro da venda na Europa de drogas
vindas da Colômbia, Bolívia e Peru.
Em 1997, dois grandes carregamentos chegaram à Itália: uma remessa de 900
quilos de cocaína e uma outra de cinco mil quilos que saíram dos portos
brasileiros. O dinheiro arrecadado nas capitais européias com a cocaína e a
heroína seria aplicado na compra de componentes eletrônicos para a confecção
dos caça-níqueis.
Para isso, o grupo mafioso investiu US$ 8 milhões. O projeto dos criminosos
previa investimentos no Rio, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais
e São Paulo. Coincidência ou não, esses cinco Estados são aqueles em que o
jogo mais se desenvolveu no Brasil.
- A opção deles pelo jogo de azar vem das dificuldades da Receita estadual
ou federal, de verificar o real lucro do negócio, uma vez que o dinheiro que

entra na contabilidade vem de apostas em ''trocados'' - comentou um dos
investigadores da denominada ''máfia dos bingos''.
Os investimentos entravam no Brasil através de uma offshore, a Sisal
International com sede na Ilha Jersey, um paraíso fiscal no Canal da Mancha.
A Sisal era a principal acionista da empresa Burgcon do Brasil.
Administrada por Francisco Javier Garcia, de acordo com a Polícia Federal, a
Burgcon, ao ser inaugurada, tinha um capital acionário de US$ 500 mil. De
repente, houve um salto que levou o capital social para US$ 500 milhões. Em
associação com outra empresa, a Cirsa, a Burgcon injetou dinheiro no Brasil
para a comercialização de máquinas de caça-níqueis.
A certeza de impunidade, por parte do grupo, no território brasileiro, levou
os agentes italianos a registrarem um flagrante que comprova a associação
entre eles: Lillo Lauricella e François Filippeddu foram fotografados pelos
homens da DIA, conversando numa manhã ensolarada, em pleno Parque Lage, no
Rio.
No ano seguinte, ao ser preso, Lauricella virou um colaborador da Justiça e
confidenciou que os mafiosos pagavam US$ 80 mil ao contraventor paulista Ivo
Noal para que as máquinas entrassem em São Paulo. No Rio, o acerto era feito
com a cúpula do jogo do bicho. Após uma cirurgia plástica, Lillo Lauricella
seguiu para Caracas, na Venezuela, onde cuidava de quatro cassinos. Acabou
morto, numa emboscada, nas ruas da capital venezuelana, com sete tiros.
Filippeddu continua foragido.
Com as investigações, a Burgcon mudou sua razão social para Brasleisu do
Brasil Ltda. Numa busca e apreensão na sede da empresa, uma agenda com o
nome de autoridades foi encontrada. Até agora, nada foi investigado.
- Infelizmente, no Brasil, as investigações andam na velocidade de uma lesma
reumática - comentou o juiz Walter Maierovitch, ex-diretor da Secretaria
Nacional Anti-drogas (Senad).
O início foi com Castor

A presença de mafiosos no Brasil e sua relação com o jogo do bicho não é bem
uma novidade para as autoridades policiais. Pode-se dizer que o assunto
começou a ser tratado com Castor de Andrade e chegou ao seu ápice com a
investigação da Polícia Federal sobre a atuação dos mafiosos e os jogos de
bingo no Brasil.
O acordo entre os mafiosos e os capos do jogo no país começou com a
associação da empresa espanhola Cirsa e a C.A. Informática, do Rio, que
pertencia a Castor, uma das lideranças do jogo do bicho no Estado. No acerto
entre eles ficou combinado que eles produziriam e exportariam as máquinas de
caça níqueis conhecidas como máquinas eletrônicas programadas, as MEPs,
identificadas como a banda ''B'' no negócio dos jogos. Esses equipamentos
são instalados em bares e padarias.
A banda ''A'' são as máquinas mais sofisticadas e modernas que, atualmente,
estão nos bingos espalhados pelo país. A maioria delas seria da Recreativos
Franco. É por este equipamento que os estrangeiros fizeram acordos com os
bicheiros no Rio, identificados por eles, em depoimentos à Justiça italiana,
de ''cúpula do Rio''.
Aliás, para a implantação do esquema mafioso no Brasil, a polícia italiana
pediu a prisão de 58 pessoas, entre espanhóis, italianos e franceses. Deste
total, 20 estiveram em território brasileiro. A maioria se aproveitou da
fragilidade da vigilância da Tríplice Fronteira, em Foz do Iguaçu, entre
Brasil, Paraguai e Argentina, para entrar no país.
Em território brasileiro, alguns como turistas, abriram empresas que
ajudaram no esquema de lavagem de dinheiro nos bingos.

Prêmios sob suspeita

Em meio ao fechamento dos bingos, na última sexta-feira, um deles chamou a
atenção da Polícia Federal, no Rio. Com base no inquérito policial 008/2001,
da Delegacia de Crime Organizado e Inquéritos Especiais, apura práticas
criminosas no Bingo Arpoador. Uma das irregularidades estaria no pagamento
dos prêmios.
Alguns dos beneficiados, de acordo com a suspeita dos policiais federais,
estariam usando a premiação para sonegação fiscal ou lavagem de dinheiro. Um
dos casos investigados trata de Renato Bezerra, que no período de janeiro a
dezembro de 2000 obteve R$ 344 mil em prêmios.
Na planilha que apresentou na PF, Bezerra aparece como ganhador de 15
prêmios num único dia. Ele também conseguiu a façanha de ganhar 71
premiações no mês de março de 2000, num total de cerca de R$ 115 mil. Ou
seja, pelo apresentado, ele recebeu uma média de dois prêmios a cada 24
horas no interior do Bingo Arpoador.
Também chamou a atenção dos policiais federais, no relatório elaborado no
inquérito, o pagamento de prêmios a algumas pessoas investigadas por lavagem
de dinheiro pela Polícia Federal. Uma delas seria Marlene Chueke,
proprietária da Casa de Câmbio Laino Turismo.
Marlene é cunhada de José Henrique Chueke, investigado pela Drug Enforcement
Agency, a agência americana de combate às drogas, por remessa de dinheiro do
tráfico de drogas para o exterior, através da Casa de Câmbio Paladium.


enviada por abiliotozini



25/02/2004 14:07
Isso parece gincana.
Consegui chegar até aqui.

enviada por abiliotozini



23/02/2004 23:56
Companheiros, infelizmente tenho que concordar com o que a Fernanda escreve, digo infelizmente pois não queria que o meu País apresentasse esta realidade, realidade esta em que grupos visando somente lucro extraordinario para suas empresas, controlam a maior parte do poder publico; grupos que não estão nem aí para a dignidade humana; grupos que não tem comprometimento nenhum com o meio ambiente, segurança e a saúde do trabalhador; grupos que escravizam o ser humano e o obrigam a trabalhar em condições, que em seus paises de origem, há muito foram banidas; grupos que violentam moralmente, psicologicamente e eticamente aqueles que querem corrigir e melhorar este Brasil e infelizmente, novamente infelizmente, são poucos aqueles que lhes impôem resistencia; são poucos que expressam solidariedade aos oprimidos e perseguidos por estes grupos; são poucos os que tomam partido da minoria, minoria no sentido de poder economico, pois em quantidade, somos muitos e me parece que tambem são poucos aqueles que tem o sentido de pátria e que não devemos ser subjugados por ninguem, que temos condições de assumirmos nossas responsabilidades quanto cidadões e caminharmos para um futuro melhor, onde não haja desigualdade social e que todos tenham assegurados realmente o que reza nossa carta magna. Sonho, e sonhar é o que me motiva, com um mundo melhor, se não para mim, para meu filho e espero realmente que isto se concretize;
Desculpe o meu desabafo
MIRO
enviada por miro



22/02/2004 08:00
Repassando
"Prezados amigos e colegas
Esta carta do deputado americano, que circulei anteriormente na net no original, é muito importante para que a leiamos e reflitamos sobre a real dimensão que tragédias como a dos colegas de Minas Gerais não ficaram circunscritas ao nosso meio e impactaram a opinião pública mundial, reforçando ainda mais a tese de que vivemos num país onde grassa a violência, a impunidade, a arbitrariedade e a banalização das relações humanas e pessoais.
Confesso que tenho vivido uma semana infernal por estar na mira da agonizante indústria do amianto, que de há longo tempo vem tentando nos intimidar, nos desmoralizar e quem sabe até nos ver fora de circulação e mortos. Até então tudo(ameaças explícitas ou não, cartas anônimas, processos administrativos e criminais) isto funcionou como um estimulante para que ganhássemos mais força, projeção e convicção de que estamos no caminho certo. Não podemos recuar porque há milhares de trabalhadores que dependem disto e esperam de nós que cumpramos nossos compromissos sociais e juramentos profissionais.
Ocorre que depois de um trabalho fabuloso que realizamos esta semana com o grupo que discute amianto no Estado de São Paulo, com a interdição da empresa de Salto, Thermoid, promovida por nós e subdelegacia do trabalho de Sorocaba em conjunto com as secretarias estadual e muncipal de saúde, ministério público do trabalho, sindicato, imprensa, polícias militar e federal, como uma operação de guerra contra a precarização das condições de trabalho, e que foi coroada com uma audiência pública concorridíssima em que esteve presente o Prefeito da cidade de Salto, responsável pela ADIN, que revogou nossa lei estadual de banimento do amianto e políticos locais e regionais, fui tomada de assalto por um telefonema da chefe de nossa SSST, Enga. Maria de Lourdes Moure, bem cedo na última sexta-feira para que eu comparecesse à repartição sem falta naquele dia para tomar ciência de um fax de autoria da Sra. Secretaria da Inspeção do Trabalho, Dra. Ruth Vilela, para que eu seja afastada da fiscalização e assuma apenas serviços internos/burocráticos, atendendo ao meu apelo ao Ministro do Trabalho, que circulou na internet, de proteção de vida e condições de trabalho.
Foi um golpe muito baixo, pois não pedi para ser afastada do trabalho que realizo; ao contrário, quero apoio para que este trabalho possa deixar de ser invisível e marginal em nossa instituição. Que passe a fazer pauta da agenda de governo e que me dêem condições adequadas para realizá-lo.
Em novembro do ano passado fui impedida de fiscalizar em Pernambuco empresa de amianto e depois suspenderam meu trabalho no Espírito Santo, através de fax dos ocupantes do DSST sem qualquer explicação e dizendo que eu estava proibida de sair do Estado de São Paulo até segunda ordem. Fui excluída pela chefia da SSST de São Paulo do relatório das atividades realizadas no ano de 2003, publicado recentemente, sob argumentos não convicentes, que privilegiram outros trabalhos e que mantiveram o meu na clandestinidade, sendo que entreguei todos os relatórios pedidos no tempo determinado. É claro o comprometimento de ocupantes de cargo de mando em nossa instituição com indústrias poderosas e poluentes. Isto não ocorre por acaso, pois até há pouquíssmo tempo tínhamos em Brasília e mesmo na Fundacentro defensores ferozes do uso controlado do amianto e outras tecnologias tóxicas.
Há mais de 1 ano que um processo contra a Rhodia de Cubatão fica passeando de gaveta para gaveta e fazendo ponte aérea entre Brasilía e São Paulo para impedir que fiscalizemos a poderosa do setor químico. Outro processo meu desaparecido é contra outra gigante química: a Carbocloro de Cubatão. Por estar já acostumada com estas mazelas e previdente tenho cópia dele toda guardada em local seguro.
Claro que isto é uma ação de longa data e que por interesses explícitos ou não e mesmo inveja, mesquinhez, miopias polítia e técnica, dos incoformados com subordinados que alçam vôos que eles não podem ou não têm coragem e competência de alcançar e frustrados com sua insignificância e falta de brilho, que nem o cargo, que eles tanto se seguram, pode lhes dar. Acham que nos colocando no isolamento e na geladeira vão conseguir se manter no poder e impunes. Ledo engano! Se esquecem do julgamento público de suas ações.
O tal fax acabou desaparecendo e ninguém quis me entregar até o final do expediente, independentemente de meus "costumeiros" reclamos e aguardarei explicações sobre os fatos e o paradeiro do mesmo. Não me contentarei enquanto não puser as mãos nesta obra da costumeira arbitrariedade dos estafetas do MTE.
Circularam rumores e boatos ridículos na net de que eu era candidata a isto ou aquilo e quero deixar bem claro aos temerosos de perderem seus cargos que não me interesso por este tipo de coisa e que não almejo me tornar uma burocrata até porque tenho horror à burocracia, a reuniões enfadonhas e puxa-saquismo dos amigos do poder. Se é isto que temem, fiquem certos de que não planejo seus cargos, pois o custo de dizer amém a qualquer ordem ridícula e ser ventríloquo ou papagaio de pirata não fazem parte do meu ideal de vida, que é de liberdade de expressão e de agir. Amo ir para as fábricas e estar em contato com os trabalhadores, me reunir com eles e dividir seus sofrimentos e tenho ojeriza a mesas e escritórios cheios de papéis, portas, gavetas e armários trancados e embolorados. Se é retaliação ao medo de perder cargo, saibam que vou espernear até o fim e não vou aceitar vingancinha de quem não tem o que fazer.
Enquanto perdemos precioso tempo com esta mediocridade, os assassinos estão soltos, a imprensa começa a deixar de falar e cobrar a apuração das mortes. Por isto e por outras que resolvi traduzir e voltar a circular a carta do deputado Kucinich, que deveria ser um bom exemplo para que fizéssemos o mesmo: cobrar das autoridades constituídas deste país a intensificação das buscas e a punição exemplar dos assassinos, a intensificação do trabalho de fiscalização integrada com outros órgãos - a tão proclamada transversalidade - e a reforma urgente de nossa legislação arcaica: precisamos aumentar o valor das multas contra os infratores tanto na área rural como urbana e industrial, transformar o engessado SFIT num instrumento ágil, que não nos faça perder tempo no seu preenchimento para usarmos em nossa atividade fim, eliminação de dezenas de relatórios mensais com multiciplidade de informações e inúteis para a sociedade brasileira, que nos paga para nos ver atuando na fiscalização e não fazendo relatórios para ninguém ler, precisamos banir as tecnologias perigosas e cancerígenas, entre as quais o amianto e reformar o judiciário, criando controle social e externo sobre seus atos, para banir de nossas vidas juízes nefastos e vendedores de sentenças para nossos inimigos como o "ilustre" Juiz da 4a. Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo, Rocha Mattos, que aceitou a queixa crime contra mim por denunciar as mazelas da criação fajuta de sindicato pelego na década de 80 para favorecer a indústria do amianto.
Bom carnaval para aqueles que podem estar tranquilos num momento tão difícil e sofrido para todos nós.
Fernanda Giannasi"

enviada por Gionei SDT/Santos/SP



20/02/2004 13:42
Repassando ...
"Caro Gionei
Super obrigada pelo carinho e pela referência a mim de maneira tão respeitosa ......me comoveu num momento em que estamos vivendo e que não recebemos qualquer solidariedade por parte dos colegas (em compensação só hoje recebi 3 ligações internacionais: do congresso americano, da França e da Inglaterra todos se solidarizando e oferendo inclusive local para eu sair desta guerra disfarçada que vivemos neste país miserável chamado Brasil).............ainda quero resistir e ajudar a construir um país mais sério e justo para minha filha, pelo menos.............se não servir para os outros.....hoje estou particulamente desanimada......
Fernanda"
enviada por Gionei SDT/Santos/SP



19/02/2004 09:28
Repassando da colega Guilhermina - auditora fiscal da Previdência Social - Baixada Santista
Amigos e amigas: Leiam com atenção a corajosa manifestação de uma servidora pública. Mais ainda do que isso, a sua corajosa atuação em defesa da classe trabalhadora. Por essa razão dedico a singela poesia de cordel que recebi, acrescentando ao final:
"O nome dessa coragem
é Fernanda Giannasi"


--------------------------------------------------------------------------------

Cordel: Para as grandes mulheres do nosso tempo!

No princípio eu era a Eva
Nascida prá felicidade de Adão
Porque ousei libertação.
Mais tarde eu fui Maria
Dando à luz aquele
que traria a salvação

Mas isso não bastaria
A mulher de verdade
para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com igualdade.

Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero ter dignidade
Eu tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista, piloto de avião
Policial feminina, operária em construção.

Ao mundo peço licença
Prá atuar onde quiser
Meu sobrenome é Competência
O meu nome é Mulher!!!!
(Autoria desconhecida)




--------------------------------------------------------------------------------


SER DECENTE E IDEALISTA NESTE PAÍS, COMO SERVIDOR PÚBLICO CONCURSADO, É UM ÔNUS MUITO GRANDE, PORQUE O GOVERNO SEMPRE SE POSICIONA A FAVOR DO CAPITAL. É ESTARRECEDOR CONSTATAR QUE É MAIS FÁCIL BANIR O AMIANTO DO QUE OS WALDOMIROS, MUITOS DOS QUAIS SE TORNAM MINISTROS VITALÍCIOS... Nilmar


----- Original Message -----
Sent: Wednesday, February 18, 2004 12:42 PM
Subject: [aft-br] Fw: Apelo de uma auditora-fiscal: a indústria do amianto se associa ao Juiz Rocha Matos para nos calar!



Repassando ....

----- Original Message -----
From: Fernanda Giannasi
To:
Sent: Wednesday, February 18, 2004 9:07 AM
Subject: Apelo de uma auditora-fiscal: a indústria do amianto se associa ao Juiz Rocha Matos para nos calar!



Exmo. Sr. Ministro do Trabalho e Emprego Ricardo Berzoini

Venho, por meio desta, solicitar apoio e proteção de vida à V. Excia. para poder continuar a exercer meu trabalho de Auditora-Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego.
Há 20 anos concursada para o cargo na DRT/SP, venho me dedicando, mais notadamente, à erradicação do trabalho com o amianto em nosso país, embora isto não faça parte ainda da agenda oficial do governo, que sempre tratou a questão de maneira marginal.
Através deste trabalho, já foram identificadas em nosso país 2.500 vítimas, reconhecidas inclusive pelo patronato, que aproveitando-se da situação de extrema pobreza de nossos ex-trabalhadores tratou de indenizá-los, pelos cânceres, asbestoses e mortes, com a módica quantia de 5, 10 e 15 mil reais no intuito de represar estas ações na Justiça, situação esta que vimos denunciando e que nos custou já ameaças de morte e um processo crime, do qual fomos absolvidos e que teve grande repercussão na mídia não só no Brasil como no exterior.
Por outro lado, formos obrigados a fechar muitas destas empresas poluidoras e recalcitrantes no cumprimento mínimo da lei para proteger a integridade física e a saúde da classe trabalhadora brasileira. Vimos denunciando outras tantas e, principal e ultimamente, a degradação ambiental provocada nas áreas das antigas minas de amianto, em especial na Bahia(Poções) e em Alagoas(Jaramataia).
Com a intensificação de nosso trabalho nos últimos 3 anos, através de parcerias informais estabelecidas com diversos órgãos públicos, incluindo Ministério Público, e ONG's(como as associações de vítimas já existentes em nosso país) e tendo o nosso time sido reforçado em São Paulo com a ajuda das autoridades sanitárias do estado e municípios, estamos tendo uma redução substancial no uso desta matéria-prima cancerígena já banida em 37 países, em alguns estados e municípios brasileiros.
No Estado de São Paulo, onde temos um universo sub-estimado de 151 empresas que declaram ser usuárias da fibra cancerígena, amianto ou asbesto, logramos redução de mais de 80% em seu uso, o que fez com que o consumo do amianto no mercado interno despencasse de 140.000t/ano para aproximadamente 64.000t/ano e a, conseqüente, derrubada de seu preço. Os esforços da empresa mineradora SAMA para compensar estas perdas, exportando o excedente não têm conseguido o sucesso esperado.
Infelizmente, como o senhor mesmo muitas vezes testemunhou, enquanto deputado federal, nossos esforços para aprovar lei de banimento a nível federal foram frustrados pelo forte lobby empresarial, comandado no Brasil pela multinacional Saint-Gobain(dona da mina de amianto em Goiás-SAMA, Brasilit, Eterbras, Eternit, Precon Goiás, Wagner) e suas empresas associadas, que tem como porta-vozes o deputado Ronaldo Caiado(da UDR), o senador Íris Resende e o governador de Goiás, Marconi Perillo, e outros tantos de menor grandeza e importância política. A lei de banimento do amianto no Estado de São Paulo foi revogada pelo STF, mas mesmo assim muitas empresas mantiveram seu compromisso de substituí-lo sem eliminar postos de trabalho, como profetizado apocalipticamente pelo lobby pró-amianto.
Esta trajetória bem-sucedida na substituição da fibra do amianto tem nos dado grandes satisfações(vários prêmios nacionais e internacionais, entre eles o Prêmio Cidadã de Destaque do PNBE, ANIMASEG, Revista CIPA, Prêmio Claudia, da Associação Americana de Saúde Pública, Ray Sentes no Canadá, eleita como membro vitalício do Collegium Ramazzini na Itália, homenagens da Câmara Municipal de Osasco), mas por outro lado tem nos trazido muitos dissabores. Perdemos as contas das inúmeras ameaças de morte, processos administrativos e criminais que temos sofrido ao longo destes anos sem nenhum apoio do Ministério do Trabalho, que insiste em ignorar a questão, tendo inclusive sido obrigada a arcar com as custas das defesas com recursos próprios. Em novembro último fui impedida de fiscalizar a unidade da Brasilit em Recife por ordem da Secretaria da Inspeção de Trabalho em Brasília e de me ausentar do Estado de São Paulo sem nenhuma explicação plausível para tal arbitrariedade, já que eu estava atuando fora da minha jurisdição com autorização, passagem e diárias pagas pelo próprio Ministério do Trabalho. Recentemente recebi carta anônima contendo documentos de um tal "instituto da defesa do patrimônio nacional(??)" nos acusando de sermos responsáveis pelos prejuízos sofridos pela queda de arrecadação do Estado de Goiás e município de Minaçu com a redução do consumo do amianto em nosso país.
Até ontem, isto entrava na contabilidade das perdas e ganhos de abraçar causa tão difícil, pouco divulgada e com interesses tão conflitantes em nosso país: um grande produtor, exportador e utilizador da fibra cancerígena amianto.
Ocorre que o último processo crime que estou sofrendo, destarte de autoria do ex-Ministro Almir Pazzianotto(que agora sabemos só serve de fachada decorativa ao processo), e que "coincidentemente" teve um pré-julgamento da lavra do então desconhecido(para nós leigos e pessoas de bem), Juiz vendedor de sentenças JOÃO CARLOS DA ROCHA MATTOS, da 4a. Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo, em 27/1/2003, que aceitou a queixa crime, tipificando minha denúncia de que houve constituição fraudulenta do Sindicato dos Trabalhadores na Ind. de Ladrilhos Hidráulicos de Produtos de Cimento de Capivari, como incursa no artigo 139 do Código Penal. O processo administrativo aberto pelo Ministro Pazzianoto aguarda decisão da esfera crime.
O sindicato foi constituído de forma totalmente irregular nos idos de 1986, pelo então Ministro Pazzianotto, que passando por cima do que previa a legislação à época, Artigo 515 da CLT, criou um monstrengo, que tal qual a "Anaconda" foi se fortalecendo com extensão de base, também concedida pelo ministro Pazzianotto, passando a representar todos os trabalhadores do cimento-amianto do Estado de São Paulo, e atualmente, através de uma outra fraude criada com o nome de Comissão ou Confederação Nacional do Amianto vem comandando todas estas questões no país. Minha denúncia foi veiculada pela Internet onde eu mencionava ter havido uma "manobra" do então ministro com a indústria do amianto para criar um "sindicato de trabalhadores" que servisse de escudo aos interesses do empresariado(inicialmente na defesa do uso do amianto e mais recentemente para impedir que se paguem maiores valores de indenização às vítimas).
Como as ações de defesa dos interesses da agonizante indústria do amianto agora sairam do controle da legalidade e se associam, inclusive, ao crime organizado, venho pedir proteção de vida e apoio do Ministro do Trabalho e Emprego para continuar este trabalho em prol da saude e da vida dos trabalhadores e que me dêem condições de trabalho para que possamos intensificar nossas ações (inclusive fora do Estado de São Paulo), em especial nas empresas do grupo Saint-Gobain, e que juntamente com o Ministério da Justiça se investigue a ligação destas empresas, seus advogados(Pinheiro Neto e associados), diretores da multinacional no Brasil com o esquema "Rocha Mattos" e que se promova auditoria, inclusive contábil, na atuação do sindicato mencionado, constituído irregularmente através dos Processos DRT 24.440/041098/87; 24000001444/85 e 24.440-219/86-31, todos arquivados em Brasília no setor competente(registro sindical), sendo que deste último fizemos já várias cópias que foram entregues a autoridades e interessados em geral, como forma de precaução e proteção, caso algo de "anormal" possa me acontecer. Há provas incontesti de falsidade ideológica e uso indevido de documentos de ex-trabalhadores para dar a aparência de legalidade ao processo de constituição desta fraude sindical que há 18 anos vem atrapalhando os interesses legítimos de trabalhadores inocentes e expostos à fibra cancerígena.
Atenciosamente,
Fernanda Giannasi



enviada por Gionei SDT/Santos/SP



18/02/2004 18:40
Estou encaminhando algumas fotos do acidente no Irã




enviada por luiza



18/02/2004 18:32
Quarta, 18 de fevereiro de 2004, 07h35 Atualizada às 17h14
Explosão de trem no Irã deixa 295 mortos


AP

Imagens de TV mostram o incêndio que se seguiu à explosão

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Pelo menos 295 pessoas morreram hoje na explosão de um trem que transportava enxofre e gasolina perto de Neishabur, nordeste do Irã, segundo uma nova contagem divulgada por um dirigente local. No cemitério local, 190 corpos ou restos de corpos estão alinhados sobre o solo, cobertos de plástico.
A composição era formada por 17 vagões de enxofre, seis de gasolina, sete de adubo e dez de algodão. A explosão ocorreu perto de Neishabur, a 75 quilômetros da grande cidade de Machhad, havia declarado pouco antes Vahid Baragtchi, um funcionário do Estado maior provincial de luta contra as tragédias naturais, citado pela agência oficial Irna.

"Cinco aldeias foram devastadas pela explosão dos vagões com enxofre e gasolina", acrescentouVahid Baragtchi. Os primeiros números divulgados sobre o acidente davam conta de mais de 200 mortos e 350 feridos.

O acidente
O trem, composto por 150 vagões imobilizados na estação de Abumoslem, entrou em marcha por um motivo desconhecido durante a noite. À pouca distância, 48 vagões viraram, incluindo um conjunto de 17 vagões carregados de enxofre, 6 com gasolina, 7 com fertilizantes e 10 com algodão.

Aparentemente o trem se incendiou por volta das 4h locais (21h30 da terça-feira pelo horário de Brasília) e a explosão ocorreu às 9h45 locais (3h15 Brasília). Aproximadamente a essa hora, o Instituto de Geofísica de Teerã assinalava um tremor de 3,6 graus na escala aberta de Richter, exatamente na mesma região. A televisão estatal havia assinalado inicialmente uma colisão de dois trens.

O incidente, registrado a 20 quilômetros da cidade de Nishapur, estilhaçou janelas em um raio de mais de 10 quilômetros. Fontes locais afirmam que cinco vilarejos foram gravemente afetados pela explosão. A maioria das vítimas era de bombeiros e curiosos que cercavam o trem descarrilado no momento da explosão. As equipes de socorro trabalham nestes momentos no transporte dos feridos aos hospitais.

Esta é a maior tragédia no Irã desde o terremoto que em outubro causou a morte de 43 mil pessoas na cidade de Bam, no sudeste do país. "É um desastre de grande magnitude, maior do que nossas primeiras avaliações", declarou Vahid Baragchi, responsável local pela investigação da catástrofe.


Redação Terra

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI269570-EI294,00.html
enviada por luiza



18/02/2004 18:18
Feb. 18, 2004, 11:54AM

Runaway train cars explode, kill over 200 in Iran
Associated Press

TEHRAN, Iran -- Runaway train cars carrying fuel, fertilizer and industrial chemicals derailed and exploded in northeastern Iran today, killing more than 200 people, injuring hundreds more and devastating five nearby villages, the government news agency said.

Most of the known dead were fire and rescue workers, who died in the blast hours after the train cars derailed and caught fire. Officials in the city of Neyshabur -- including the local governor, mayor and fire chief -- were among those killed.

Vahid Bakechi, a senior official in Khorasan Province's Emergency Headquarters, said more than 400 people were injured. Blood supplies were being sent to the area and Iranian Revolutionary Guards closed the area fearing more explosions.

The 51 runaway freight cars left the tracks, with many catching fire and burning several hours before they exploded outside Neyshabur, which is 400 miles east of Tehran, according to the Islamic Republic News Agency.

Homes, mainly small mud houses, collapsed from the force of the explosion in villages near the train tracks. Windows were broken within six miles of the blast.

Many of the buildings that collapsed in a Dec. 26 earthquake in Bam, in the southeast of Iran, also were mud-brick structures. That tragedy killed more than 41,000 people.

IRNA quoted Mehran Vakili, Neyshabur's medical examiner, as saying 180 bodies had been recovered by this evening from the scene of the blast. Few, if any, of the firefighters were believed to be trained to fight chemical fires.

Mohammad Maqdouri, head of the local emergency operations headquarters, said 182 firefighters and rescue workers were among the dead.

"The scale of the devastation is very great, and the damage appears more than initially thought," said Vahid Bakechi, a senior official at Khorasan Province's Emergency Headquarters.

Dozens of people remain buried under the rubble of their homes in the villages, Saeed Kaviani, editor of the local Sobh-e-Neyshabur newspaper, told The Associated Press by telephone.

"The whole city is shocked by this accident. Official vehicles mounted with loudspeakers are roaming the city, calling for volunteers to donate blood," he said.

State television showed pictures of twisted wreckage, many fires still burning and black smoke billowing into the air as firefighters sprayed the blaze.

Three hospitals in Neyshabur were treating about 200 of the injured, according to Syed Majid Taqizadeh, head of the 22 Bahman hospital. The hospital name is the date in the Iranian calendar of the 1979 Islamic revolution.

He said 80 percent of that group of injured was hurt when their homes collapsed. The rest, he said, were either burned or hurt by the force of the explosion.

Most of the injured were from Hashemabad village, through which the train tracks run, he said.

The freight cars were waiting at the Abu Muslim train station near Neyshabur when they were set in motion by "some vibrations," according to initial reports from the city. It wasn't clear what the vibrations were, though Neyshabur is in a region prone to earthquakes.

The U.S. Geological Survey in Golden, Colo., said it had recorded no earthquake activity in the region.

Local media reported the government would investigate how the train cars moved out of the rail yard without being attached to a locomotive.

According to Mohammad Maqdouri, head of the local emergency operations headquarters, the cars rolled out of the station at 4 a.m.

The train cars, picking up speed and moving without an engine or anyone in control, overturned when they reached Khayyam, the next stop, starting a blaze.

Maqdouri, speaking on Tehran television, said the cars exploded at 9:37 a.m., while firefighters were working at the scene.

Governor Mojtaba Farahmand-Nekou, the city's top political leader, was among the dead, IRNA reported, quoting unidentified officials at the Khorassan Province governor-general's office. The report said the head of the city's energy department also was killed and that the director-general of the provincial railways was missing.

IRNA quoted local officials as saying most of the casualties were in five nearby villages that were "severely damaged."

Iranian television showed video tape of overturned, blazing wagons, with fire engulfing the area beyond the railroad and nearby homes. Dozens of people, some wearing face masks to protect them from smoke, were seen walking around or trying to put out fires.

The villages of Dehnow and Hashemabad were among those reported damaged. It wasn't clear if they'd been destroyed or how severe damage was there.

Neyshabur has a population of about 170,000, and is at the center of a region that grows cotton, fruit and grain. Other industries include carpets, pottery, leather goods and turquoise.

It became one of Persia's foremost cities in the 400 A.D., a center of culture with several important colleges. Omar Khayyam, the famous 11th century Persian poet, was born in Neyshabur and is buried there.

Esta notícia se encontra no seguinte link sobre acidenteshttp://www.chemsafety.gov/circ/index.cfm?recent=entries&recent_num=10
enviada por luiza



18/02/2004 12:58
MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 153, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2004
OS MINISTROS DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, DA SAÚDE, E DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhes foram conferidas pelo art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal,
Considerando os preceitos constitucionais do direito à saúde, incluindo-se à saúde do trabalhador, à previdência social e ao trabalho;
Considerando a necessidade de se estruturar a articulação intragovernamental em relação às medidas voltadas para as questões de segurança e saúde do trabalhador, inclusive no que se refere à atual composição e objetivos do Grupo Executivo Interministerial em Saúde do Trabalhador - GEISAT, instituído pela Portaria Interministerial MT/MS/MPAS nº 7, de 25 de julho de 1997;
Considerando que as ações que contemplam a segurança e a saúde do trabalhador são de caráter intersetorial e diretamente relacionadas, entre outros, com os setores de governo responsáveis pelas políticas de saúde, trabalho e emprego e previdência social,
Resolvem:
Art. 1º Constituir Grupo de Trabalho Interministerial, composto por representantes dos Ministérios da Previdência Social, da Saúde e do Trabalho e Emprego, com os seguintes objetivos:
I - reavaliar o papel, a composição e a duração do Grupo Executivo Interministerial em Saúde do Trabalhador - GEISAT;
II - analisar medidas e propor ações integradas e sinérgicas que contribuam para aprimorar as ações voltadas para a segurança e saúde do trabalhador;
III - elaborar proposta de Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador, observando as interfaces existentes e ações comuns entre os diversos setores do Governo;
IV - analisar medidas e propor ações de caráter intersetorial referentes ao exercício da garantia do direito à segurança e à saúde do trabalhador, assim como ações específicas da área que necessitem de implementação imediata pelos respectivos Ministérios, individual ou conjuntamente;
V - compartilhar os sistemas de informações referentes à segurança e saúde dos trabalhadores existentes em cada Ministério.
Art. 2º O Grupo de Trabalho será integrado pelos representantes dos seguintes Ministérios e será coordenado por um dos representantes do Ministério da Previdência Social, a quem caberá prestar o apoio administrativo aos trabalhos do Grupo:
I - Ministério da Previdência Social:
Geraldo Almir Arruda;
Paulo Rogério Albuquerque de Oliveira;
II - Ministério da Saúde:
Antônio Alves de Souza;
Marco Antonio Gomes Perez;
III - Ministério do Trabalho e Emprego:
Virgílio César Romeiro Alves;
Rosiver Pavan.
Art. 3º O Grupo de Trabalho reunir-se-á, mensalmente ou em periodicidade definida pelo Grupo, por convocação de seu coordenador ou dos representantes dos outros Ministérios.
§ 1º Os resultados dos trabalhos elaborados pelo Grupo serão encaminhados aos Ministros signatários para análise e avaliação e, posteriormente, encaminhados às respectivas instâncias de controle social porventura existentes.
§ 2º O Grupo de Trabalho deverá concluir suas atividades no prazo máximo de 180 dias a contar da data de publicação desta portaria.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 5º Fica revogada a Portaria Interministerial MPS/MS/MTE nº 1.441, de 10 de outubro de 2003, publicada no DOU de 13/10/2003, seção 2, página 15.
AMIR LANDO
HUMBERTO COSTA
RICARDO BERZOINI


enviada por luiza



18/02/2004 09:20
Acidente mata 17 trabalhadores rurais em Sergipe
17:59

(AE)


Um acidente provocou a morte de 17 trabalhadores rurais e
deixou outros 23 feridos no interior do Sergipe. Eles haviam
acabado de trabalhar na colheita de laranjas e viajavam em
cima da carga em um caminhão.

Segundo testemunhas, o veículo seguia em alta velocidade
pela rodovia estadual que liga os municípios de Salgado e
Taporanga da Ajuda, quando perdeu o controle em uma curva. O
caminhão tombou e caiu em uma ribanceira. Treze pessoas
continuam internadas.

enviada por luiza



18/02/2004 09:19
Amianto pode virar resíduo industrial perigoso - 06/02/2004

Local: Brasília - DF
Fonte: Agência Câmara
Link: http://www.camara.gov.br/


O Projeto de Lei 1619/03, do deputado Edson Duarte (PV-BA), classifica como perigoso o resíduo de mineração e industrialização do AMIANTO ou asbesto. A matéria será analisada por uma comissão especial de deputados, com integrantes a serem designados pelas lideranças partidárias. Pelo projeto, também são considerados perigosos os produtos que contenham restos industriais do AMIANTO ou asbesto. Esses produtos deverão ficar em aterro próprio para resíduos industriais perigosos, com base em classificação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). As empresas que não cumprirem as determinações estarão sujeitas a penas de advertência, multa de 6.304 Ufirs ou interdição. Edson Duarte cita estudos que mostram que o AMIANTO, também chamado asbesto, causa câncer. O produto já é proibido em 36 países e, como matéria-prima, é classificado pela Organização Mundial da Saúde como "reconhecidamente cancerígeno para os seres humanos".

TRAMITAÇÃO A proposta foi apensada ao PL 203/91, do Senado, que regulamenta o acondicionamento, coleta, tratamento, transporte e destinação final dos resíduos de serviços de saúde. Ao PL 203/91 foram apensados outros 64 projetos que tratam de temas correlatos. A comissão especial que analisará a matéria será formada por integrantes das comissões de Seguridade Social e Família; Desenvolvimento Urbano e Interior; Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias; Economia, Indústria e Comércio; e Constituição e Justiça e de Redação.

Reportagem – Ana Felícia Edição - Rejane Oliveira

enviada por luiza



18/02/2004 08:52
Vazamento químico deixa 12 intoxicados no interior de SP


Sorocaba, SP - O vazamento de um produto químico à base de enxofre causou intoxicações em 11 funcionários da empresa Fersol, hoje à tarde em Mairinque, na região de Sorocaba. Pelo menos uma pessoa que mora nas imediações também se intoxicou.

As vítimas, que apresentavam vômitos, dores de cabeça, irritação nas vias respiratórias e sonolência, receberam atendimento em hospitais de Mairinque e São Roque. A empresa fabrica fertilizantes e defensivos para a agricultura.

Técnicos do escritório regional da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) em Sorocaba isolaram a área afetada. Segundo o diretor da empresa José Neres, os produtos que vazaram foram contidos no interior da unidade, não se espalhando no ambiente externo.

Mesmo assim, a Cetesb iniciou o monitoramento das áreas vizinhas para detectar uma possível contaminação. A empresa será responsabilizada pelo dano ambiental, mas a forma de autuação ainda será definida.


José Maria Tomazela

enviada por luiza



16/02/2004 12:55

Grande Vitória
Morre a quarta vítima de explosão na CST
16/02/2004 - 07:40 - Redação Gazeta Rádios e Internet

Subiu para quatro o número de mortos em uma explosão na aciaria da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST). Edmar Delunardo e Pedro Baioco Filho morreram na tarde de sábado, a caminho do hospital. Rayner de Oliveira, de 50 anos, não resistiu às queimaduras por todo o corpo e morreu às 10h deste domingo. Valério Mendes, 40, também faleceu neste domingo, por volta das 21h.

Nilton Geraldo Teodoro, 43 anos, está internado no Centro de Tratamento de Queimados do Vitória Apart Hospital. Segundo o médico Paulo Paste, o funcionário continua em estado grave, com queimaduras de 3º grau em 100% do corpo. As vias aéreas também foram atingidas. Ele continua sedado. Uma tomografia computadorizada realizada neste domingo não constatou lesões internas em Teodoro.

O gerente de Comunicação e Meio Ambiente da CST, Robson Melo, informou que foi instalada uma comissão interna para apurar a causa da explosão. Ele também garantiu que a empresa prestará toda a assistência necessária às famílias das vítimas.

Segundo Melo, a explosão ocorreu entre as 12h30 e as 13h de sábado, na aciaria, quando o convertedor número 1 – forno onde se produz o aço – voltava à operação, após um reparo. O convertor havia apresentado um problema mecânico durante a manhã e, após realizada a manutenção, quando foi dada a partida no equipamento, ocorreu a explosão.

Apenas os cinco funcionários, que faziam parte das equipes de supervisão e manutenção, estavam no local no momento do acidente. De acordo com a assessoria de imprensa, a área fica isolada enquanto o equipamento está em funcionamento e tudo é controlado por meio de câmeras de vídeo em uma sala de controle protegida.

Ainda segundo a assessoria de imprensa da CST, toda a área do convertor 1 está parada para que seja realizada a apuração. Há a expectativa de que o laudo indicando as causas da explosão saia ainda nesta semana.

Nesta segunda-feira, a Polícia Civil abrirá um inquérito na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Serão ouvidas testemunhas e funcionários da CST, para apurar as causas da explosão.





enviada por Gionei SDT/Santos/SP



16/02/2004 07:34
Explosão no Pólo Petroquímico deixa um trabalhador ferido


Acidente provocou incêndio no setor de thinner da Bandeirante Química

Uma explosão seguida de um incêndio destruiu totalmente o setor de thinner da Bandeirante Química, empresa que compõem o Pólo Petroquímico de Capuava, em Mauá (SP), na noite desta quarta-feira 11/02. De acordo com o Secretário de Saúde do Sindicato dos Químicos do ABC, Marco Antonio Guilherme dos Santos, que esteve no local, há evidências de que o acidente foi ocasionado pela falha de uma das bombas que fazia o abastecimento de thinner - substância altamente inflamável - em um caminhão, o que causou a explosão do próprio veículo e do reservatório carregado do produto químico, provocando o incêndio. O fogo, que se alastrou rapidamente, com chamas que atingiram cerca de 20 metros de altura, só foi controlado por volta das 21h30.

O trabalhador Renato Santos Barreto de Menezes, 22 anos, auxiliar de operação, coordenava a operação de cima do caminhão no momento da explosão e teve queimaduras leves no rosto e queimaduras de primeiro e terceiro graus em parte do braço direito. Ele foi levado ao Hospital América, em Mauá, e em torno das 22h30 foi transferido para a Clínica Infantil Ipiranga, na capital. Até o final da noite, seu estado de saúde era considerado bom, não correndo risco de morte.

O Sindicato dos Químicos do ABC, por meio da Comissão de Saúde do Trabalhador, também acompanhou todo o processo de atendimento ao trabalhador ferido. "Já conversamos com um dos diretores da empresa, Sr. Marcos, para reivindicar a participação do Sindicato na apuração das causas do acidente", informa Guilherme. Até às 10h30 da manhã desta quinta-feira, ainda não havia sido entregue o CAT - Comunicado de Acidente de Trabalho - ao Sindicato.

Mais informações podem ser obtidas na Secretaria de Imprensa do Sindicato dos Químicos do ABC, com Gislene ou Ari: Tel (11) 4433 5848.
enviada por luiza



15/02/2004 19:03
Meu coordenador Danilo,
Recebi Ordem de Serviço de minha Subdelegacia
de Trabalho, em Santos,para atender pedido
de fiscalização para avaliar o integral
respeito às normas relativas à saúde do
trabalhador nas operações de manipulação
e transporte dos resíduos tóxicos armazenados
pela RHODIA na Operação de Remoção dos Resíduos
para Incineração em Camaçari/BA, solicitado pelo
Procurador da República Dr. Antonio José Donizetti
Molina Daloia.
Favor opinar e/ ou dar sugestões.
Ah! eu também não concordo que o resíduo tóxico da RHODIA vá pra minha terra ... minha querida Bahia.
Grato,
Gionei
enviada por Gionei SDT/Santos/SP



14/02/2004 13:36
Pessoal:
Encaminho noticia sobre campanha contra o envio de residuos tóxicos da Rhodia na Baixada Santista para a Bahia que recebí
06/02/2004

Meio ambiente
Queima de solo tóxico põe CRA “na parede”

Permissão para a Cetrel incinerar resíduos contaminados revolta ambientalistas

Letícia Belém

A transferência de 3.600 toneladas de solo contaminado com organoclorados, resíduos químicos da unidade da Rhodia, em Cubatão, para serem incinerados na Cetrel – Empresa de Proteção Ambiental do Pólo Petroquímico de Camaçari – foi discutida abertamente pela primeira vez ontem pela manhã, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A autorização concedida pelo Centro de Recursos Ambientais (CRA) para o transporte e destruição térmica dos produtos perigosos foi questionada por ambientalistas, biológos e engenheiros químicos. Engrossaram a fila do contra o Ibama, ONGs e até o Ministério Público, além da Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa da Bahia, OAB, Câmara Municipal de Camaçari e de São Vicente-SP, a Associação Bahiana de Medicina do Trabalho, a Fundacentro, o Sindicato dos Químicos e Petroleiros da Bahia, Sindicato dos Trabalhadores em Água e Esgoto, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Delegacia Regional do Trabalho.

A professora de Química Ambiental da Ufba Vânia Campos afirmou que os gases liberados na queima dos organoclorados, chamados de dioxinas e furanos, são os compostos mais perigosos criados pelo homem. Ela explica que partículas finas vão para a atmosfera e viajam longas distâncias. As cinzas continuam sendo altamente tóxicas e contém uma carga enorme de metal que não é destruído termicamente. “Pouco importa que a Cetrel afirme que a quantidade tóxica resultante da queima seja insignificante. Some 0,05% de cada tonelada do material perigoso e você terá uma dimensão de resíduos contaminantes, perigosos, poluentes e cancerígenos, que vão passar de pai para filho por todas as gerações futuras”, disse, completando que são substâncias persistentes e bioacumulativas que não se degradam no meio ambiente, penetram no tecido gorduroso e agem nas células e no código genético das pessoas.

O Ministério Público Estadual, em conjunto com a Promotoria de Justiça de Camaçari e o Ministério Público Federal instauraram um inquérito civil conjunto para apurar os riscos iminentes à saúde humana e ao meio ambiente. Um pedido de liminar está sendo estudado para suspender imediatamente a queima dos resíduos tóxicos. “É indispensável que se paralisem as atividades de incineração até que todas as questões sejam esclarecidas”. O mesmo aconteceu com a Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, entrou com uma ação popular na 5ª- Vara da Fazenda Pública, e a Associação de Combate aos Poluentes Orgânicos Persistentes (ACPO), que entrou com uma representação no Ministério Público Federal.

Uma equipe multidisciplinar de peritos baianos e paulistas fará uma auditoria na Cetrel para analisar os níveis de segurança da incineração do solo contaminado, o nível de emissão de gases de dioxinas e furanos altamente perigosos lançados para a atmosfera, a quantidade de cinzas tóxicas que irão restar da incineração e os riscos de se manter estocadas as toneladas restantes no pátio da Cetrel. O objetivo é ter um resultado isento, alheio a interesses políticos e comerciais, sem entrar no mérito da competência da Cetrel em resolver problemas ambientais.

06/02/2004
Meio ambiente
“Sociedade baiana tem direito de saber detalhes”

“Há uma demora excessiva na remessa de informações por parte do CRA. A sociedade baiana tem o direito de saber dos detalhes desta incineração, que segundo os especialistas, põe em risco a saúde pública e o meio ambiente. Como uma simples licença ambiental permite a transferência desses resíduos tão perigosos sem uma discussão ampla com a sociedade, o Conselho de Meio Ambiente e o Ministério Público, ficando restrita a um contrato de negócio firmado entre a Rhodia e a Cetrel?”, questiona a promotora de Justiça do Meio Ambiente e Cidadania, Cristina Seixas.

Em Cubatão, os lixões clandestinos onde a Rhodia jogava os resíduos estão espalhados em 11 áreas próximas a residências de famílias de baixa renda. Cem por cento das pessoas estão doentes e oito morreram vítimas dos organoclorados, que contaminaram o solo e lençol freático.

Até o momento, a Cetrel incinerou 450 toneladas do solo contaminado com pentaclorofenol, pentaclorobenzeno, hexaclorobenzeno, hexaclorobutadieno, tetraclorobenzeno e cloro, gerando a mesma quantidade de cinzas tóxicas, que foram transportadas para o aterro industrial da Cetrel. As 3.150 toneladas restantes estão armazenadas no pátio de estocagem da empresa.

A rede Global Anti-Incinerator Alliance, o Greenpeace e a ACPO lideram uma campanha maciça contra a incineração. “Além de nenhum incinerador operar com 100% de eficiência, é uma tecnologia obsoleta para destruição de passivos ambientais abolida em todo o mundo e considerada fonte de poluição pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente”, explicou a advogada da ACPO, Liana Mascarenhas.

Apesar da Cetrel não haver feito teste de monitoramento da emissão de gases da incineração do solo, o gerente de incineração Victor Jardim garante que não existe toxicidade nas cinzas. “Vamos continuar armazenando estes resíduos indefinidamente se podemos eliminá-los? Eles vão ser destruídos como determina a legislação ambiental. Não há necessidade de se realizar testes de queima para todos os tipos de resíduos”. Mas afirmou que em março, o primeiro teste de monitoração do ar será realizado e que a Cetrel acatará qualquer decisão judicial.
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Mensagem enviada por:
Liana Mascarenhas Queiroz e
Izaias dos Santos Corrêa


enviada por danilo



13/02/2004 06:58
Arline, penso que vale a pena você criar uma home page
para hospedar suas apostilas. Aí, quando você precisar envia-las pelo blig bastará anexar o link do seu site. Vou tentar descobrir como desenvolver uma home page (do tipo faça você mesmo ou pedindo ajuda) e onde hospeda-la gratuitamente.
enviada por Gionei SDT/Santos/SP



13/02/2004 06:48
Aragão, seja bem-vindo ao mundo de blig (risos).
enviada por Gionei SDT/Santos/SP



12/02/2004 10:21
testewww.mte.gov.br
enviada por Gionei SDT/Santos/SP



11/02/2004 19:14
Reproduzi este texto sobre informações sobre produtos químicos, pois achei interessante
Arline

The English version of GESTIS-Substance Database
>
>
> Dear Sirs,
>
> we would like to inform you about the English Version of the
> GESTIS-Substance database.
>
> The GESTIS-Substance database is a factual database regarding the practical
> handling of hazardous substances. At present it contains substance
> information sheets for about 7,300 substances. These information sheets have
> the following structure:
>
> · Identification
> · Physical and chemical properties
> · Occupational health and first aid: routes of exposure, toxic effects and
> first aid
> · Handling and usage: usage, protective measures (technical, organisational
> and personal), disposal considerations, accidental release measures and fire
> fighting measures
> · Regulations: European classification and labelling, classification of
> carcinogenicity, mutagenicity and reproductive toxicity, further
> regulations, German water pollution class.
>
> The fundamentals for the best practice recomendations are the German rules
> based upon the european regulations.
> The data stock is constantly being updated. Changes in the classification,
> in the German threshold limit values or other regulations are registered
> promptly and the occupational protective measures are readapted.
> The GESTIS-Substance database has an internet access. It is free of charge
> and not limited, a password is not necessary. The internet adresses are:
>
> www.hvbg.de/d/bia/fac/stoffdb/index.html (German version)
> www.hvbg.de/e/bia/fac/stoffdb/index.html (English version)
>
> After opening the database you have the possibility to search via substance
> name, CAS-No., EG-No. or via full-text search using any search term.
>
> The German version of the GESTIS-Substance database has been in the internet
> since 1999 and the number of users has risen continuously to approximatly
> 40,000 a month. After this success, the international public can now make
> use of the English version of the GESTIS-Substance database and thus
> contribute to a uniform international substance evaluation being
> accomplished.
>
>
>
>
>
> ***********************************************************************
> Dipl.-Biol. Amélia Veloso Schneider
> Berufsgenossenschaftliches Institut für Arbeitssutz - BIA (im HVBG)
> (BG-Institute for Occupational Safety and Health (of HVBG))
> Fachbereich 1
> Referat Gefahrstoffinformationen
> Alte Heerstraße 111
> 53757 Sankt Augustin
> Germany
> E-Mail: amelia.veloso.schneider@hvbg.de, Tel.: +49 (0)2241 231 2741
> Fax: +49 (0)2241 231 2234 URL: www.hvbg.de/bia
> ************************************************************************
> GESTIS-Stoffdatenbank online unter: www.hvbg.de/bia/stoffdatenbank
>
>
>

enviada por arline



11/02/2004 16:44
Caro Gionei, consegui cheghar, obrigada,Lailah
enviada por Lailah BH - MG



11/02/2004 16:19
Caro Gionei:
Que tal publicar a lista do grupo
da Seguranca Quimica correlacionada com
a dos que ja se cadastraram no nosso Blig
para que se possa fazer uma campanha dirigida de
adesao, com apoio dos que ja trilharam este percurso?
Para o pessoal de Sao Paulo interessado teremos reuniao da Comissao Estadual do Benzeno em 18/02 aqui na DRT.
Faremos uma preparatoria em 12/02 no mesmo local.
Um abraço Danilo

enviada por danilo



11/02/2004 14:39
Gionei
Consegui!!!!
Não sei se consigo de novo mas acho que sim!!!
abraços

luiza
enviada por luiza



11/02/2004 12:24
Caro Gionei, confirmo sucesso no acesso.
enviada por Maj Loureiro/CBMDF



11/02/2004 06:38
Aprendendo a explorar os recursos do BLiG
segue mensagem com filme enviada pelo
Enviada pelo colega João Batista SDT/Campinas
"É comum aviões serem atingidos pelos raios, mas como estão imersos
no
ambiente ionizado, o raio passa pela carcaça metálica, que forma
uma
"gaiola de Faraday", e continua a descida em direção ao solo, sem afetar
os
instrumentos de bordo.

Isso eu só tinha ouvido falar nos bancos da faculdade nas aulas de
Fisica
III e agora essa sequencia ilustra muito bem o que o maluco do
professor
tentava inutilmente explicar. Ainda bem que viajamos numa "gaiola
de
Faraday" senão ia ser muito divertido. Fica aqui a pergunta:
- Quantas descargas ou radiações sofremos quando estamos a bordo de
aviões
e nem percebemos? Será que existem estudos sérios a respeito? Com
certeza
sim, se alguem tiver algum e quiser me mandar, principalmente a galera
da
EMBRAER, agradeço."

enviada por Gionei SDT/Santos/SP



10/02/2004 18:02
Parceiros(as),
Ao digitarem procurem mudar de linha
a cada quatro ou cinco palavras
digitadas para facilitar a leitura.
Ou, então, vamos ter
que usar a caixa de rolagem.


enviada por Gionei SDT/Santos/SP



10/02/2004 11:21
Miro,
Cansou mas que valeu valeu!

enviada por Gionei SDT/Santos/SP



09/02/2004 15:03

enviada por miro



09/02/2004 15:01

teste
enviada por miro



09/02/2004 02:05

teste
enviada por miro



09/02/2004 01:56

enviada por miro



09/02/2004 01:05
Teste
C:\meus documentos\MIRO\logo-CRBz.jpg
enviada por miro



09/02/2004 00:59
Teste
enviada por miro



09/02/2004 00:39
Caramba, Gionei, na minha opinião não sou tão ruim de micro, mas não foi facil chegar até aqui, tomei uma canseira de algumas horas até conseguir acessar o grupo
enviada por miro



07/02/2004 11:28
Pronto! agora nosso coordenador Danilo já está no BLiG.
Espero que os demais parceiros(as) do e-grupos migrem o mais breve possível para esta ferramenta.


enviada por Gionei SDT/Santos/SP



06/02/2004 16:26
Olá pessoal! Ufa...caro Gionei, não é que foi difícil...mas não foi tão fácil assim. De qualquer jeito é um bom treino em uso de internet e confesso que estava enferrujado, praticamente só usando o outlook.
Bom, já foi interessante ver a repercussão da discussão do benzeno na Paraíba. No Paraná o pessoal já fez um protocolo com os postos de gasolina e nós aquí em São Paulo se der vamos retomar o tema que foi uma das nossas pautas em 2002.

enviada por danilo



06/02/2004 10:07
caro gionei, e me disseram que a coisa era fácil!!!!
enviada por helio



06/02/2004 09:31
Segue apenas para efeito de teste.
Jorge Luiz.http://www.anvisa.gov.br/

enviada por Jorge.Batista



05/02/2004 15:23
Carla e demais neófitos em bligar! Favor deixar uma mensagem, se possível, com fotos para que eu saiba que estão dominando a nova ferramenta de comunicação. Este recado serve para os cadastrados que estão chegando. Para anexar textos é só "copiar' e "colar". Para anexar figuras é preciso tê-las em seus arquivos já salvadas com nome sem separações, sem assentos ou cedilha. Além disso, tem que estar na extensão de JPEG, isto é, ao salva-las regulem a caixa de rolagem que fica no rodapé da tela de salvar "Salvar do tipo" JPEG.
Vejam que no lugar da figura, depois de clicarem no "OK" só aparecem letras na tela, porém ao terminar tudo e clicarem no PUBLICAR então, vão aparecer as figuras.
Para inserir link (endereço de site) é só digitar o endereço na guia. Aí, quando alguem for ler vai aparecer a maozinha sobre o link para abri-lo se necessário.Sempre que acabar a mensagem é só clicar em PUBLICAR. Espere alguns segundos e pronto. Ta tudo estará lá.
enviada por Gionei SDT/Santos/SP